CORINTHIANS CONTRATA SEGURANÇA ARMADA PARA O CT JOAQUIM GRAVA

            Diretoria do Alvinegro  usa essa mudança na segurança para pressionar jogadores a não fazer greve nesse fim de semana


            No último sábado o CT Joaquim Grava foi invadido por mais de 100 torcedores do Corinthians. Houve quebra-quebra, ameaças  e o clima ficou o pior possível dentro do clube.
            Como resposta ao clima de terror e de pânico, a diretoria do clube contratou segurança armada e com isso espera impedir os vândalos de voltaram aos protestos violentos.
            Além disso, o reforço é usado por integrantes da diretoria alvinegra como argumento de que não há motivo para o Sindicato dos Atletas de São Paulo tentar uma greve em busca de mais proteção para os jogadores. Além do uso de armas de fogo, a segurança no CT pelo menos dobrou desde o ataque do último sábado.
            A decisão não foi unanime, mas a maioria venceu, mesmo com o risco de um grave confronto ocorrer já que armas de fogo  são sempre um risco em tumultos e confusões.
            Segurança é o grande pronto das reivindicações do Sindicato, que pediu também para os clubes se desvincularem das torcidas organizadas.

            Para diretores corintianos, no entanto, as medidas tomadas cobrem as exigências. Além disso, o presidente do clube, Mário Gobbi, bate na tecla de que a violência é um problema de segurança pública. Ele assegurou nesta quinta que seu time entra em campo contra o Mogi Mirim, domingo, aumentando os indícios de que a greve subiu no telhado.
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