Critério da FIFA estabelece que
candidatos ao prêmio precisam ter nascido a partir de 1 de janeiro de 1993. O
Brasil não tem nenhum jogador tão jovem
Um prêmio a seleção brasileira já sabe que não vai ganhar
na Copa do Mundo em que será anfitriã: o de melhor jogador jovem da competição,
em escolha da Fifa.
Por um motivo básico. Os candidatos à esse prêmio devem
ter nascido depois do dia 1º de janeiro de 1993. E o atleta mais jovem
convocado por Luiz Felipe Scolari, o meia-atacante Bernard, nasceu quase seis
meses antes.
Ao
todo, são 36 candidatos ao prêmio, ou praticamente 5% dos jogadores inscritos
na Copa. O Brasil faz parte da minoria de seleções sem jogadores jovens, para
os padrões da Fifa. Nada menos do que 21 das 32 equipes do Mundial têm atletas
nessa faixa de idade.
O
prêmio da Fifa, que leva o nome de um de seus patrocinadores, já tem favoritos.
Astros de primeira grandeza do futebol europeu, que nasceram depois de janeiro
de 1993, largam na frente na disputa pela honraria.
Destaque para o francês
Pogba, de 21 anos, que joga na Juventus de Turim. E ainda para o atacante belga
Lukaku, também com 21 anos e atleta do Everton. E também o alemão Draxler, do
Shalke 04 e de apenas 20 anos.
Só
que, pelas regras do prêmio, arrebentar em campo pode não resolver. A Fifa
estipula sete quesitos para escolher a reveleção do Mundial. Veja quais são:
Habilidades
excepcionais
Estilo
de jogo jovem
Criatividade
e inspiração
Eficiência
e maturidade tática
Reconhecimento
dos fãs
Ser
um modelo para jogadores jovens
Atitude
positiva e fair play

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