Momento do Flamengo é o pior em
muitos anos. Tudo começou com a decisão de manter o goleiro Felipe no time
Por enquanto, Ney Franco continua no comando técnico do
Flamengo. Na noite desta segunda-feira, o presidente Eduardo Bandeira de Mello,
o diretor de futebol Felipe Ximenes e o gerente geral Fred Luz se
reuniram com o conselho diretor do clube e acabaram decidindo pela permanência
do treinador.
Com isso, o técnico deve comandar o elenco até o clássico
contra o Botafogo, que ocorre neste domingo, às 18h30, no Maracanã.
Para Manter Ney Franco, porém, Eduardo Bandeira de Mello não atendeu a
uma das exigências feitas pelo grupo encabeçado por Márcio Braga, que pediu a
saída do comandante, no início da noite desta segunda.
Agora, os antigos mandatários irão se reunir novamente
para tentar encontrar uma alternativa política para tirar Bandeira do comando
do clube.
As atitudes de Ney Franco no comando do Flamengo têm
surtido efeito contrário à vontade dele. A última delas que não deu certo foi
ter barrado Paulo Victor para o retorno de Felipe ao time titular. A pedido de
alguns medalhões do elenco, o treinador rubro-negro decidiu, dois dias antes da
reestreia do time no Campeonato Brasileiro, pela volta do camisa 1.
A mudança no gol rubro-negro, porém, acabou dividindo o
grupo. Pressionado por Alecsandro, André Santos e Chicão, o comandante acabou
barrando Paulo Victor. A opção, entretanto, fez com que os demais jogadores do
elenco perdessem a confiança no treinador. De um lado, ficaram os mais
experientes. Do outro, os atletas mais jovens.
Em meio à pressão que tem sofrido no comando do Fla, Ney
Franco tem utilizado como escudo a experiência dos jogadores mais renomados do
elenco. Por isso, atletas como André Santos e Chicão, que têm sido alvos de
críticas, seguem como titulares da equipe. O primeiro, a princípio, estava em
uma lista de jogadores que seriam dispensados durante a paralisação para a
realização da Copa do Mundo.

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