Pode comemorar torcedor santista. Foi sofrido, complicado e emocionante.
Desacreditado, rebaixado, não é isso mesmo que estavam dizendo? Sim. O Santos
passou por cima de uma série de fatores negativos e cinco meses depois conquistou
o seu primeiro título com Modesto Roma na presidência do clube.
Uma vitória construída dentro de campo, com raça, como diz a letra do hino “Dando o sangue com amor, pela bandeira que ensina, lutar com fé e com ardor”. É verdade que classificaram o Santos como a quarta força da capital, no cúmulo do absurdo chegaram a dizer que o Peixe seria rebaixado no Campeonato Paulista.
Modesto Roma deu o recado ainda em janeiro, já avisava que este elenco disputaria títulos neste ano. Na fase de grupos o Peixe foi soberano, terminou com a segunda melhor campanha da competição até a final. Passou sem maiores problemas pelo São Paulo na semifinal, após derrotar o XV de Piracicaba na fase anterior.
Na primeira final do Paulistão acabou derrotado pelo Palmeiras por 1 a 0 jogando no Allianz Parque. Os jogadores e a torcida santista comemoraram a derrota, pois todos sabiam da força que o Peixe tem jogando em casa.
Semana longa para a equipe santista. Todo dia algum veículo de comunicação criava uma especulação para conturbar o ambiente da equipe. Lucas Lima ficou, Robinho ficou e o Santos jogou todas as suas fichas na Vila mais famosa do mundo.
Jogando em casa o Peixe mostrou quem manda. Venceu por 2 a 1 no tempo normal, David Braz abriu o placar e o ‘desacreditado’ Ricardo Oliveira’ colocou o Santos com uma vantagem ainda maior na segunda etapa. O Palmeiras conseguiu fazer o seu gol de honra e a decisão acabou nos pênaltis.
A trave é santista, ao menos é o que temos como impressão desde 2010. Naquela oportunidade, o Peixe jogava com três jogadores a menos, uma bola do Santo André que poderia ser fatal, acabou acertando a trave, aquele título abriu as portas para uma geração vitoriosa de ‘Meninos da Vila’.
Cinco anos depois, o ‘contestado’ Vladimir brilhou, a trave ajudou e o Santos ganhou. Do pé esquerdo de Lucas Lima, saiu a bola que permitiria ao torcedor santista gritar ‘É campeão’.
Tem que comemorar. De Gonzaga a Ponta da Praia. Na Praça da Independência. Na Vila mais famosa de todas. Em São Paulo, no Brasil e no Mundo. Onde você estiver torcedor santista, comemore o título que marca um time que conseguiu conciliar a experiência com a juventude. Um time ‘desacreditado’. O time mais vitorioso do mundo.
Uma vitória construída dentro de campo, com raça, como diz a letra do hino “Dando o sangue com amor, pela bandeira que ensina, lutar com fé e com ardor”. É verdade que classificaram o Santos como a quarta força da capital, no cúmulo do absurdo chegaram a dizer que o Peixe seria rebaixado no Campeonato Paulista.
Modesto Roma deu o recado ainda em janeiro, já avisava que este elenco disputaria títulos neste ano. Na fase de grupos o Peixe foi soberano, terminou com a segunda melhor campanha da competição até a final. Passou sem maiores problemas pelo São Paulo na semifinal, após derrotar o XV de Piracicaba na fase anterior.
Na primeira final do Paulistão acabou derrotado pelo Palmeiras por 1 a 0 jogando no Allianz Parque. Os jogadores e a torcida santista comemoraram a derrota, pois todos sabiam da força que o Peixe tem jogando em casa.
Semana longa para a equipe santista. Todo dia algum veículo de comunicação criava uma especulação para conturbar o ambiente da equipe. Lucas Lima ficou, Robinho ficou e o Santos jogou todas as suas fichas na Vila mais famosa do mundo.
Jogando em casa o Peixe mostrou quem manda. Venceu por 2 a 1 no tempo normal, David Braz abriu o placar e o ‘desacreditado’ Ricardo Oliveira’ colocou o Santos com uma vantagem ainda maior na segunda etapa. O Palmeiras conseguiu fazer o seu gol de honra e a decisão acabou nos pênaltis.
A trave é santista, ao menos é o que temos como impressão desde 2010. Naquela oportunidade, o Peixe jogava com três jogadores a menos, uma bola do Santo André que poderia ser fatal, acabou acertando a trave, aquele título abriu as portas para uma geração vitoriosa de ‘Meninos da Vila’.
Cinco anos depois, o ‘contestado’ Vladimir brilhou, a trave ajudou e o Santos ganhou. Do pé esquerdo de Lucas Lima, saiu a bola que permitiria ao torcedor santista gritar ‘É campeão’.
Tem que comemorar. De Gonzaga a Ponta da Praia. Na Praça da Independência. Na Vila mais famosa de todas. Em São Paulo, no Brasil e no Mundo. Onde você estiver torcedor santista, comemore o título que marca um time que conseguiu conciliar a experiência com a juventude. Um time ‘desacreditado’. O time mais vitorioso do mundo.
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