Fátima Martini é sócio-torcedora do
São Paulo desde 2011, mas foi informada nessa terça, que foi banida do programa
por “conduta anti-sãopaulina”. Contrária a diversas atitudes da gestão do
presidente Carlos Miguel Aidar, a torcedora postava alguns comentários de
rejeição ao mandatário no Twitter.
"Eu critico a gestão do Aidar
em quase tudo pois para mim ele tem pouquíssimos acertos. Punir o direito do
torcedor por ele dar opiniões é ridículo", afirmou a funcionária pública,
que começou a ir atrás do problema após não conseguir comprar ingresso para o
jogo contra o Cruzeiro, realizado no dia 26 de julho.
Douglas Schwartzmann,
vice-presidente de comunicações e marketing do São Paulo, confirmou o caso.
Além da questão disciplinar, contudo, o dirigente alega que Fátima não pagava a
mensalidade há dois meses.
Na versão da Fátima, ela deve
apenas uma mensalidade e justamente porque seu cadastro está bloqueado. No chat
online com o clube a torcedora recebe a resposta que seu banimento ocorreu
apenas pela conduta anti-sãopaulina.
No item do regulamento inferido
pela torcedora, o clube informa que "o torcedor deverá apresentar uma
conduta condizente com a cordialidade, respeito e educação esperados de qualquer
Torcedor, sendo proibida a prática de violência, agressão ou qualquer outra
conduta ilícita, especialmente na utilização das Vantagens do Programa;
"Temos mais de 70 mil sócios,
passamos Santos, Cruzeiro e Flamengo, e você vem me falar sobre o caso de apenas
uma torcedora? E os outros todos que estão contentes?", indagou
Schwartzmann.

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