- O time só sai 45 minutos antes do jogo, mas não costumo fazer treino à meia-noite. O time que treina, vai para o jogo. O Manoel é uma ideia que tenho, trabalhou bem no ano passado. Também gosto do Leo, mas temos que partir de uma base. E a base que eu escolhi foi essa com o Manoel e o Bruno Rodrigo – comentou o treinador.
No meio, há duas dúvidas que ainda serão tiradas no treinamento da manhã de sábado. Uma é por decisão médica, a outra por opção técnica. A primeira delas é a titularidade do volante Henrique, que ainda se recupera de uma entorse leve no tornozelo esquerdo. Se não tiver condições de jogo, Bruno Ramires será o titular. A segunda é em relação à organização das jogadas. Rafinha sai na frente por uma vaga, mas tem a concorrência de Robinho no meio-campo.
- Se a equipe estivesse vivendo bom momento, manteria o time que vinha jogando. Como não é o caso, tenho que partir de uma ideia. E a ideia é a que eu vi no ano passado. Disse aos jogadores e a vocês aqui. Agora é pensar em termos táticos, ver como a equipe evolui e até utilizar os jogadores que chegaram, respeitando, claro, a produtividade de cada um – acrescentou.
Desta forma, o Cruzeiro deverá entrar em campo contra o Santos com a provável escalação: Fábio; Lucas, Manoel, Bruno Rodrigo e Edimar; Henrique (Bruno Ramires), Ariel Cabral, Rafinha (Robinho) e De Arrascaeta; Rafael Sobis e Willian.
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