A concessionária AB Nascentes das Gerais apresentou na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) o novo cronograma de execuções de obras da MG-050, que liga a Região Metropolitana de Belo Horizonte ao Estado de São Paulo.
Primeira rodovia concessionada em Parceria Público-Privada (PPP) do Brasil, a MG-50 é alvo de constantes atrasos nas obras, alguns trechos já enfrentam uma demora de sete anos do projeto, o que motivou uma audiência realizada na ALMG na terça-feira (16).
Vários problemas foram apresentados. O atraso nas obras em Mateus Leme, na região metropolitana, prejudica o comércio, que ficou isolado. "Vários comércios ficaram ilhados, porque eles começam a fazer uma obra que não acaba. O motorista e o pedestre não tem acesso a esses comércios na pista marginal da rodovia. Muitos comerciantes estão fechando as portas", afirmou, o prefeito do município, Júlio Faris.
O deputado estadual Antônio Carlos Arantes (PSDB) criticou a falta de diálogo entre AB e Governo de Minas. "Uma rodovia tão importante que cobra pedágio e poderia ter muito mais investimentos por falta de um entendimento entre concessionária e Estado", comentou.
Um representante do governo de Minas Gerais reconheceu as dificuldades enfrentadas na parceria, como por exemplo, o baixo valor previsto para desapropriações, o que motivou divergências sobre a PPP.
A concessionária detalhou o novo cronograma de obras firmado com o executivo no início deste mês por meio de um contrato aditivo e prevê um aporte de R$ 623 Milhões nos próximos cinco anos. "Com esse valor será possível construir novas duplicações, terceiras faixas, correções de traçado para melhorar as curvas sinuosas, pontes e viadutos" afirmou, o diretor da concessionária, Joselito de Castro.
Primeira rodovia concessionada em Parceria Público-Privada (PPP) do Brasil, a MG-50 é alvo de constantes atrasos nas obras, alguns trechos já enfrentam uma demora de sete anos do projeto, o que motivou uma audiência realizada na ALMG na terça-feira (16).
Vários problemas foram apresentados. O atraso nas obras em Mateus Leme, na região metropolitana, prejudica o comércio, que ficou isolado. "Vários comércios ficaram ilhados, porque eles começam a fazer uma obra que não acaba. O motorista e o pedestre não tem acesso a esses comércios na pista marginal da rodovia. Muitos comerciantes estão fechando as portas", afirmou, o prefeito do município, Júlio Faris.
O deputado estadual Antônio Carlos Arantes (PSDB) criticou a falta de diálogo entre AB e Governo de Minas. "Uma rodovia tão importante que cobra pedágio e poderia ter muito mais investimentos por falta de um entendimento entre concessionária e Estado", comentou.
Um representante do governo de Minas Gerais reconheceu as dificuldades enfrentadas na parceria, como por exemplo, o baixo valor previsto para desapropriações, o que motivou divergências sobre a PPP.
A concessionária detalhou o novo cronograma de obras firmado com o executivo no início deste mês por meio de um contrato aditivo e prevê um aporte de R$ 623 Milhões nos próximos cinco anos. "Com esse valor será possível construir novas duplicações, terceiras faixas, correções de traçado para melhorar as curvas sinuosas, pontes e viadutos" afirmou, o diretor da concessionária, Joselito de Castro.
Ao longo da MG-050 estão instaladas cinco praças de pedágio com preço fixo de R$ 5,50 nos municípios de São Sebastião do Paraíso, Passos, Capitólio, Formiga, Divinópolis e Itaúna.
Da redação
Portal Esporte Notícia
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