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| (Foto: G1 Campinas/Reprodução) |
O empresário paraisense Miceno Rossi Neto se apresentou à Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (11) em São Paulo. Ele chegou a ser incluído na lista de procurados internacionais da Interpol e está cumprindo a prisão preventiva que foi decretada na Operação Rosa dos Ventos.
O Portal Esporte Notícia - Jornalismo informou a inclusão do empresário na lista de foragidos da Interpol no dia 30 de agosto. Neto aguarda a análise de um habeas corpus pelo Tribunal Regional Federal.
A Rosa dos Ventos foi deflagrada em 15 de agosto. Foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão e 24 mandados de prisão temporária nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Goiás e Distrito Federal. As investigações iniciaram em abril de 2016, após irregularidades serem encontradas em uma distribuidora de Paulínia (SP).
Segundo relatório da Polícia Federal, as distribuidoras de combustíveis eram registradas em nome de sócios-laranjas e, com isso, não recolhiam os impostos que incidem sobre a atividade. A margem de lucro obtida era alta e prejudicava a concorrência, levando muitas empresas e fecharem às portas.
Em entrevista coletiva concedia há um mês, quando a Rosa dos Ventos veio a público, o delegado-chefe da PF em Campinas (SP) afirmou que os investigados cometeram crimes como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsificação de títulos públicos e criação de empresas no nome de laranjas. "Essa organização criminosa praticava um 'passeio' pelo Código Penal", disse.
Da redação
Portal Esporte Notícia
Segundo relatório da Polícia Federal, as distribuidoras de combustíveis eram registradas em nome de sócios-laranjas e, com isso, não recolhiam os impostos que incidem sobre a atividade. A margem de lucro obtida era alta e prejudicava a concorrência, levando muitas empresas e fecharem às portas.
Em entrevista coletiva concedia há um mês, quando a Rosa dos Ventos veio a público, o delegado-chefe da PF em Campinas (SP) afirmou que os investigados cometeram crimes como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, falsificação de títulos públicos e criação de empresas no nome de laranjas. "Essa organização criminosa praticava um 'passeio' pelo Código Penal", disse.
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