Nesta
terça-feira, 5, às 19h, no auditório do Museu do Futebol, aconteceu o debate
“Tabu – A Homossexualidade no Futebol” primeiro passo para a construção de uma
exposição sobre o tema que acontecerá durante a Copa do Mundo de 2014.
Recentemente
aconteceram reações como o polemico selinho de Emerson Sheik e a divulgação da
criação da torcida organizada gay do time alvinegro.
O
jornalista Cesar Giobbi foi responsável por mediar o debate. O também jornalista
Juca
Kfouri
citou exemplos de outras torcidas como o Galo Queer, ligada ao Atlético
Mineiro, e a Grêmio Queer e relatou que a repercussão ao caso Sheik deu-se pelo
fato do time não esta em um bom momento complementou dizendo que o Corinthians
perdeu a oportunidade de ser vanguarda e demonstra o não preconceito a
homossexualidade.
Washington Olivetto
compareceu para dar uma visão de mercado, ressaltou que marcar relacionadas a
artes, gastronomias já se adaptaram ao publico homossexual posturas ainda TABU
no futebol.
Aline Pellegrino ex-capitã da seleção brasileira ressaltou que o
preconceito no futebol feminino é algo clássico e que mulher que joga futebol
já é conhecida como mulher macho, sapatão. Na opinião da mesma esta postura é
meramente machista.
Paulo Gaudêncio psiquiatra pontou em diversos momentos a importância e avanço
de estamos ali discutindo um assunto antes velado e que sempre existiu.
O futebol é a sociedade, estatisticamente
homossexuais estão em todas as profissões por que seria diferente no futebol?
Foi dada a largada para este debate espero que não
tenha sido apenas por esta atualmente na mídia, que possamos aprofundar e
procurar formas de diminuir este preconceito.
Bruna Conceição é psicóloga, apaixonada por esporte e colunista do Portal Esporte Noticia.
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