Famosos como Darío Pereyra, Henri
Castelli e Jair Oliveira participaram da festa de Kalil Rocha Abdalla,
candidato da oposição tricolor
Empenhada no objetivo de derrotar Carlos Miguel Aidar,
candidato da situação para suceder o atual presidente do São Paulo, Juvenal
Juvêncio, nas eleições de abril de 2014, a oposição do clube do Morumbi,
reunida em torno de Kalil Rocha Abdalla, aspirante ao cargo e Marco Aurélio
Cunha, nome forte da chapa, contou com o apoio de celebridades em festa
organizada na noite desta segunda-feira, na Zona Sul da Capital Paulista.
Darío Pereyra, zagueiro tricolor entre 1977 e 1988 e técnico de categorias de base e do time profissional durante a década de 1990, marcou presença e deixou clara sua posição na disputa presidencial.
"Já é mais um ano sem título - o São Paulo foi campeão da Copa Sul-Americana no final de 2012. Quero ver o time vencedor e como uma grande família de novo. Essas pessoas que estão aqui são honestas, direitas e competentes para isso", disse o uruguaio.
Darío Pereyra, zagueiro tricolor entre 1977 e 1988 e técnico de categorias de base e do time profissional durante a década de 1990, marcou presença e deixou clara sua posição na disputa presidencial.
"Já é mais um ano sem título - o São Paulo foi campeão da Copa Sul-Americana no final de 2012. Quero ver o time vencedor e como uma grande família de novo. Essas pessoas que estão aqui são honestas, direitas e competentes para isso", disse o uruguaio.
Antes,
imagens do título mundial de 1993, conquistado pela equipe brasileira na final
com o Milan, foram mostradas em um telão. A vitória fez 20 anos de aniversário
na quinta-feira passada. Nesta segunda-feira, quem fez aniversário foi o
próprio São Paulo, de 78 anos.
Quem também tomou a palavra diante de cerca de 900 sócios do clube, segundo estimativa dos organizadores do evento, foi Henri Castelli. O ator global costuma aparecer em eventos públicos com camisas da Independente, principal torcida organizada são- paulina. Curiosamente, a Independente é acusada de fazer vista grossa à gestão de Juvenal Juvêncio.
Quem também tomou a palavra diante de cerca de 900 sócios do clube, segundo estimativa dos organizadores do evento, foi Henri Castelli. O ator global costuma aparecer em eventos públicos com camisas da Independente, principal torcida organizada são- paulina. Curiosamente, a Independente é acusada de fazer vista grossa à gestão de Juvenal Juvêncio.
"Não
preciso nem falar da competência e dos valores de Kalil e Marco Aurélio. O São
Paulo perdeu um pouco desse carinho que tinham por ele, mas não tenho dúvida de
que vamos resgatar isso", declarou Castelli.
Por fim, o cantor Jair Oliveira, filho de Jair Rodrigues, saudou os presentes, sem, no entanto, declarar apoio a qualquer um dos candidatos.
Assim como Aidar e Juvenal, a oposição do São Paulo também afirma ter a maioria dos conselheiros do clube a seu favor. Cerca de dois mil sócios devem participar da eleição que nomeará 80 conselheiros, na primeira quinzena de abril. Na segunda quinzena, os 80 novos conselheiros se juntarão a 160 vitalícios e estes 240 escolherão entre Carlos Miguel Aidar e Kalil Rocha Abdalla.
Além de se apoiar na crise do time de futebol em 2013, quando o Tricolor correu risco de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, os oposicionistas confiam na figura de Marco Aurélio Cunha para atrair votos dos sócios na primeira etapa do pleito, quando serão escolhidos 80 novos conselheiros.
Ex-homem de confiança de Juvenal Juvêncio, Marco Aurélio foi diretor de futebol do São Paulo até 2008. Deixou o cargo por divergências com o atual presidente. Segundo o ex-dirigente, que é cotado para voltar ao posto caso seu grupo vença a eleição, sua saída faz parte do processo de centralização excessiva de poder nas mãos de Juvenal.
A assinatura do contrato de reforma do Morumbi, que pode ser aprovado nesta terça-feira pelo conselho, é outro exemplo da falta de diálogo, alegam os oposicionistas. Não estariam claros os detalhes do acordo que prevê a cobertura do estádio, a construção de um estacionamento e a adaptação de parte da arquibancada para a criação de um espaço de 25 mil lugares para shows e eventos menores.
Por fim, o cantor Jair Oliveira, filho de Jair Rodrigues, saudou os presentes, sem, no entanto, declarar apoio a qualquer um dos candidatos.
Assim como Aidar e Juvenal, a oposição do São Paulo também afirma ter a maioria dos conselheiros do clube a seu favor. Cerca de dois mil sócios devem participar da eleição que nomeará 80 conselheiros, na primeira quinzena de abril. Na segunda quinzena, os 80 novos conselheiros se juntarão a 160 vitalícios e estes 240 escolherão entre Carlos Miguel Aidar e Kalil Rocha Abdalla.
Além de se apoiar na crise do time de futebol em 2013, quando o Tricolor correu risco de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, os oposicionistas confiam na figura de Marco Aurélio Cunha para atrair votos dos sócios na primeira etapa do pleito, quando serão escolhidos 80 novos conselheiros.
Ex-homem de confiança de Juvenal Juvêncio, Marco Aurélio foi diretor de futebol do São Paulo até 2008. Deixou o cargo por divergências com o atual presidente. Segundo o ex-dirigente, que é cotado para voltar ao posto caso seu grupo vença a eleição, sua saída faz parte do processo de centralização excessiva de poder nas mãos de Juvenal.
A assinatura do contrato de reforma do Morumbi, que pode ser aprovado nesta terça-feira pelo conselho, é outro exemplo da falta de diálogo, alegam os oposicionistas. Não estariam claros os detalhes do acordo que prevê a cobertura do estádio, a construção de um estacionamento e a adaptação de parte da arquibancada para a criação de um espaço de 25 mil lugares para shows e eventos menores.

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