Presidente da CBF e do COL respondeu
há pergunta sobre os estádios dizendo que os jogadores da seleção são bons
José Maria Marin, presidente da Confederação Brasileira
de Futebol - CBF -, conversou com jornalistas nesta terça-feira, no Estádio
Serra Dourada, em Goiânia, antes do amistoso da seleção com o Panamá e fugiu de
qualquer tema polêmico.
Perguntado se teria um encontro com a presidenta Dilma
Roussef antes do início da Copa do Mundo, em 12 de junho, afirmou que não
estava preocupado com isso no momento.
Questionado se começar o Mundial com estádios ainda incompletos era o que ele esperava, retrucou com uma frase sem sentido: "Acho que todos os jogadores, os 23 jogadores mais os sete que foram relacionados, é o que há de melhor no futebol brasileiro."
Questionado se começar o Mundial com estádios ainda incompletos era o que ele esperava, retrucou com uma frase sem sentido: "Acho que todos os jogadores, os 23 jogadores mais os sete que foram relacionados, é o que há de melhor no futebol brasileiro."
E os
estádios?, insistiu-se.
"Eu
confio no grupo. A atual seleção não se define em todos os 11 jogadores."
Sede
em seu nome e purgatório
Marin
confirmou em Goiânia que será inaugurada nesta quarta-feira a nova sede da CBF,
na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro e que o prédio terá seu nome,
José Maria Marin.
E
proferiu uma frase profética a respeito da seleção brasileira.
"Estamos
no purgatório: ou vamos todos para o céu ou vamos todos para o inferno, porque
o brasileiro não aceitará outro resultado que não seja o título."

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