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| Brasileiros na NBA |
Marcelinho Huertas (Los Angeles
Lakers): Demorou para estrear na pré-temporada devido uma lesão e
problemas com documentação, mas quando
entrou em quadra tudo mudou. Chamado de "Steve Nash brasileiro"
conseguiu encantar a todos com seus passes espetaculares, sua rápida adaptação
ao jogo e aos companheiros de equipe. Nick Young o chama de "mágico".
Huertas tem tudo para ficar no elenco e fazer parte efetiva da rotação dos
Lakers.
Nenê (Washington Wizards): o ala-pivô começa a sua 14° temporada na liga, algo espetacular, em seu último ano de contrato com o time de Washington. Seu tempo de quadra em 2014/2015 foi de 25,2 minutos, o menor desde 2004/2005, e a franquia demonstrou interesse em jogar na formação "quatro aberto", ficando apenas com um pivô fixo. Com muitos problemas físicos, Nenê quase não atuou na pré-temporada, e ainda a rumores que ele não seja titular.
Tiago Splitter (Atlanta Hawks): Após atuar por cinco temporadas em San Antonio e ser o primeiro brasileiro a levantar o troféu de campeão, o pivô terá uma vida nova em Atlanta. Ele reencontrará Mike Budenholzer (seu assistente no Texas) e vai começar o campeonato como reserva da dupla Paul Millsap e Al Horford. Aos poucos, terá oportunidades para ganhar mais minutos em quadra e a confiança para jogar mais solto do que quando atuava para Gregg Popovich. Será um ano de adaptações, cidade, time, companheiros, funções, tudo novo para o brasileiro.
Anderson Varejão (Cleveland Cavaliers): O capixaba tem uma meta individual: terminar a temporada sem lesões graves, algo recorrente ao ala/pivô nos últimos anos. A boa notícia é que os Cavs reconhecem seu trabalho e a sua importância dentro e fora de quadra nos últimos 11 anos. Ao lado de Lebron James, Varejão pode fazer parte de uma temporada histórica, caso conquistem o primeiro título da história da franquia.
Leandrinho Barbosa (Golden State Warriors): Atual campeão da NBA começa sua segunda temporada em Golden State buscando repetir exatamente o que fez na temporada passada. Velocidade e experiência são suas principais qualidades, o que o torna importante dentro e fora das quadras. O armador vai reeditar a parceria com Steve Nash, que agora será um desenvolvedor de talentos da equipe de Oakland. Com Stephen Curry pegando fogo, a equipe tem tudo para voltar aos playoffs e é favorito na conferência Oeste.
Bruno Caboclo (Toronto Raptors): Com número novo na camisa, Caboclo começa a temporada 2015/2016 com esperança de ser aproveitado pelo técnico Dwane Casey durante a temporada. Em cinco jogos da pré-temporada, o ala teve 12,4 minutos e alguns bons momentos em quadra. A precipitação e ansiedade, que apareceram nos jogos de preparação, podem ser um problema e custar à confiança de Casey e do restante da comissão técnica.
Lucas Bebê (Toronto Raptors): Pouco aproveitado em sua estreia, vai ter uma forte concorrência nessa temporada, já que chegaram à equipe Luis Scola, Anthony Bennett e Bismack Biyombo, que se juntam a Jonas Valanciunas pivô titular e Patrick Patterson. É bem provável que como Caboclo, o pivô brasileiro passe muito tempo na D-League, a liga de desenvolvimento da NBA.
Cristiano Felício (Chicago Bulls): Trocou o Flamengo pelo Bulls, fez uma pré-temporada muito boa, apesar do pouco tempo em quadra, e foi elogiado pela comissão técnica. Firmou-se como jogador de rotação em um elenco fortíssimo, que conta com Pau Gasol, Joakim Noah e Taj Gibson como peças principais no garrafão. De qualquer forma é um grande mérito para Cristiano de tornar o primeiro brasileiro a vestir oficialmente a camisa do Chicago em um jogo da temporada regular da NBA.
Raulzinho (Utah Jazz): Chegou a Utah cercado de muitas expectativas e com a lesão no joelho de Dante Exum, ganhou de cara a chance de ser reserva de Trey Burke na pré-temporada. Mas não se contentou com isso e foi ganhando espaço jogo após jogo. O técnico Quin Snyder vem elogiando muito o brasileiro por sua modalidade altruísta, e independente. Raulzinho irá iniciar a temporada regular, vale ficar de olho em sua desenvoltura ao longo da competição.
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A NBA é formada por 30 equipes sendo 29 americanas e 1 canadense, que
são dividas em 2 conferências com 15 equipes.A Leste, dividida em 3 divisões
Atlântico, Central e Sudeste. Na Oeste as divisões são: Pacífico, Sudoeste e
Nordeste.
Todas as equipes jogam duas vezes
contra os times da outra conferência e jogam três ou quatro vezes contra o time
da mesma divisão. Após os 82 jogos de cada equipe, os oito melhores de cada
conferência jogam os Playoffs.
Para os playoffs, a definição é
estabelecida em cada conferência em função da classificação. O primeiro
enfrenta o oitavo, o segundo o sétimo, o terceiro o sexto e o quarto o quinto.
As eliminatórias disputam-se à melhor de sete jogos e a equipe que terminar à
frente do adversário jogará quatro vezes em casa, se a eliminatória for até a
última partida.
A final da NBA coloca cara a cara o
vencedor de cada conferência. Disputa-se igualmente à melhor de sete jogos e a
equipe que tiver obtido melhor porcentagem de vitórias, se beneficia da
vantagem de jogar em casa, caso ocorra o sétimo jogo para definição do campeão.
Podemos esperas muita emoção
nesta temporada da NBA
As equipes que dominam a atualidade para os playoffs são: Golden State Warriors (Stephen Curry e Klay Thompson), Los Angeles Clippers (Blake Griffin e Chris Paul), o Cleveland Cavaliers (Lebron James, Kyrie Irving e Kevin Love), o Oklahoma City Thunder (Kevin Durant e Russel Westbrook), e o Chicago Bulls (Derrick Rose, Joakim Noah e Jimmy Butler).·.
As equipes que dominam a atualidade para os playoffs são: Golden State Warriors (Stephen Curry e Klay Thompson), Los Angeles Clippers (Blake Griffin e Chris Paul), o Cleveland Cavaliers (Lebron James, Kyrie Irving e Kevin Love), o Oklahoma City Thunder (Kevin Durant e Russel Westbrook), e o Chicago Bulls (Derrick Rose, Joakim Noah e Jimmy Butler).·.
Los Angeles Lakers e Boston Celtics,
as equipes que mais venceram títulos na história da liga, têm grandes chances
de irem aos playoffs. São franquias que as camisas “envergam o varal”.

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